Li recentemente uma mensagem do Pe. Fábio de Melo sobre o amor fraterno.
Ele escreveu sobre a transição (morte) de uma irmã sua, a mais nova, e ponderava como de repente ele não veria mais uma pessoa tão jovem. Explicou que dias antes da transição, ele falou com ela ao telefone, mas às pressas, porque tinha um compromisso daqueles que não podem esperar. E como quase todos nós fazemos, deu mais importância ao seu próprio compromisso do que à necessidade de escutar sua irmã. Talvez ele tenha pensado: “outra hora dou-lhe a atenção merecida... mais tarde converso com ela”.
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Cabe questionar: e se não houver outra hora? E se não houver mais tarde? Fábio afirma em sua narrativa: “se eu soubesse que seria a última vez que falaria com minha irmã, certamente diria palavras carinhosas, confortadoras e atenciosas... mas as coisas nos puxam e nós nos envolvemos sem nos dar conta das pessoas que estão à nossa volta. Quantas pessoas que estão em contato conosco ou mesmo distantes, mas que têm uma relação conosco, e nós nem pensamos que elas poderão não estar presentes no próximo Natal.” E pergunta: “por que valorizamos as pessoas apenas quando as perdemos, quando morrem?”
Martin Heidegger, filósofo alemão do século passado, nos fala que quando nascemos, nos dirigimos para o nosso ápice, que é ao mesmo tempo o nosso fim. É o que ele chama de “ser para a morte”. Sob uma ótica existencialista, no ato do nascimento começa a caminhada para o omega da vida. Daí a assertiva: “viver é envelhecer”. Se isto é certo, o mais importante é viver, e sobretudo como vivemos o agora, e com qual qualidade de vida vivemos. Nesta perspectiva, o meio da caminhada passa a ser tão ou mais importante que o fim. E para o meio valer a pena, deve ser vivido com as pessoas, deve ser vivido bem com elas. Uma regra que aprendi com a minha querida sóror Helena Strongov é: “primeiro as pessoas, depois as coisas!” Boa Reflexão! Hélio de Moraes e Marques Grande Mestre | |
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Sexo diminui os riscos de infato fatal
Um novo estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. A pesquisa, que levou 20 anos para ser concluída, contou com a colaboração de 3.000 homens de 45 a 59 anos de idade.
De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão basal (metabolismo básico) é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos . Mas, o benefício só acontece quando a atividade sexual é realizada com frequência.
Dos voluntários que participaram da pesquisa, um em cada cinco tinha relações sexuais menos de uma vez por mês, e um em cada quatro afirmou que mantinha relações pelo menos duas vezes por semana. Durante a pesquisa, 26 homens sofreram derrames e 65 morreram. O resultado comprovou que aqueles que possuíam uma vida sexual menos intensa estavam entre a maioria dos voluntários que tiveram derrame.
De acordo com os cientistas, os homens que afirmaram ter níveis baixos ou moderados de atividade sexual ficaram mais expostos ao risco de morte súbita. Eles descobriram que mesmo que a pressão arterial suba durante as atividades sexuais, a pressão basal (metabolismo básico) é reduzida, mantendo uma relação de saúde para o organismo, afastando o risco de infartos . Mas, o benefício só acontece quando a atividade sexual é realizada com frequência.
Dos voluntários que participaram da pesquisa, um em cada cinco tinha relações sexuais menos de uma vez por mês, e um em cada quatro afirmou que mantinha relações pelo menos duas vezes por semana. Durante a pesquisa, 26 homens sofreram derrames e 65 morreram. O resultado comprovou que aqueles que possuíam uma vida sexual menos intensa estavam entre a maioria dos voluntários que tiveram derrame.
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